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100 mulheres no Hip Hop que você não pode deixar de conhecer em 2018

By 17 de janeiro de 2018 No Comments

Uma coisa é fato: as mulheres sempre estiveram – e estão – em todos os lugares – mesmo com toda tentativa de invisibilização da sociedade patriarcal e machista, e no movimento Hip Hop isso não é diferente.

Em 2017 vimos diversos projetos e lançamentos que exaltaram o trabalho feminino na cena, mas também nos deparamos com indiferença e falta de apoio.

Nesse novo ano, as expectativas são altas, tanto para os trampos de qualidade, quanto para um maior enfoque nas minas que movimentam o Rap, o grafite, a dança, as produções culturais e musicais e até mesmo o empreendedorismo nesse nicho.

Para facilitar a pesquisa, e diversificar o repertório, o Raplogia separou 100 mulheres que você precisa conhecer em 2018. Confere só:

MC Soffia

Soffia, com apenas 11 anos de idade, se tornou um ícone do Rap para as meninas negras com seus sons sobre empoderamento. Além de ser uma forma de conquistar novos públicos, a importância desse tipo de mensagem para as crianças, que muitas vezes não compreendem as armadilhas do racismo, é imensa.

Foto: Eduardo Costa

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Alinega

De família nordestina e musicista, Aline, ou Alinega começou sua história no Rap em 2015, com o grupo Nova Safra. Em 2016 seguiu carreira solo e atualmente integra o grupo O Crime 77, onde  expressa a visão da mulher negra, bissexual e periférica.

Reprodução/Facebook O Crime SA

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Brisa Flow

Brisa Flow é filha de chilenos, nascida em Belo Horizonte e criada em Sabará. Iniciou sua carreira em 2010, e mudando-se para São Paulo, onde tem mostrado sua livre e marcante musicalidade. Em 2016 lançou o disco “Newen” de forma independente.

Foto: Ana Clara Xavier

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Sara Donato

Sara é uma rapper originária de São Carlos, interior de São Paulo. Em 2013, deu início a sua carreira solo com o álbum “Made in Roça”. Atualmente faz parte do grupo Rap Plus Size, onde empodera mulheres, questiona os padrões e denuncia a gordofobia.

Foto: Rafael Mello

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Bivolt

Bárbara Bivolt é cria das batalhas de MCs, e representa com sua lírica e responsabilidade nas ideias. Em 2017 lançou a música “Doce”, que abriu caminho para “Olha pra Mim” e “Entre tu e Meu Som”, componentes da aguardada Mixtape Lado B.

Reprodução/Facebook Bárbara Bivolt

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Meire D’Origem

Presente no Hip Hop desde 2001, Meire é MC, mãe e integrante do grupo D’Origem. Nascida em São José dos Campos, interior de São Paulo, é uma importante influência na descoberta e propagação de novas artistas do Vale na cena do Rap nacional.

Reprodução/Facebook Meire D’Origem

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Budah

Brendha, mais conhecida como Budah, é uma cantora capixaba que adentrou o Hip Hop em 2013, organizando batalhas de rima. Três anos mais tarde iniciou sua carreira solo. Em parceria com a gravadora Timeless, lançou o single “Neguin”.

Reprodução/Facebook Buh Ah

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La Lunna

Parte do cenário de Rap de Vitória da Conquista, Bahia, se inspira e usa a música como ferramenta de reivindicações para as mulheres. Deu início a carreira no Campeonato Vozes da Rua, com a track “Na Pista”, e em 2017 lançou o EP “Girl Power”.

Reprodução/Facebook La Lunna

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Mima

Conhecida por seu ativismo Mima Fernandes vem crescendo na cena de Minas Gerais, com suas rimas que trazem sua afirmação enquanto mulher negra. Cantora de Rap e RnB, em 2017 lançou o clipe “Mulher Preta” e participou do cypher “Rimas Gerais 2”.

Foto por: Igor Finelli

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Bárbara Sweet

Bárbara Sweet é MC, mãe e mineira. Conhecida por participar das rodas de rima, foi uma das pioneiras na criação de projetos, como o coletivo MinaNoMic para visibilizar e fomentar a participação feminina no Hip Hop, e principalmente nas batalhas de MCs.

Foto: Bruna Monique

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Juyé

Cantora nascida na aldeia de Parakaña, em Belém do Pará, une o Rap e o RnB em suas músicas. Formada em piano e canto pelo Conservatório de Música do RJ, participou de projetos, como o da Pineapple Supply e está desenvolvendo sua carreira internacional.

Reprodução/YouTube Poesia Acústica 1 – Pineapple Supply

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Bia Doxum

Bia Doxum é cantora e ativista cultural da zona Leste de São Paulo. Em seu repertório, mescla o canto suave e rimas afiadas, explorando o universo da música negra. Entre os anos de 2013 e 2015 lançou os EPs “Boletim de Omissão” e “Máquina que Gira”.

Foto: Di Santos

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Bella Larbac

Rapper capixaba vem mostrando todo o seu potencial e representando as minas na cena do Rap em Vitória. No momento, segue em parceria com a Prisma Produções, do ES. “Modo Avancídio” “Releve” e a cypher “Mulheres” são alguns de seus trabalhos.

Reprodução/Facebook Bella Larbac

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Tasha e Tracie Okereke

As gêmeas Okereke exaltam a beleza preta e periférica por meio da moda e música. Empreendedoras, fundaram o Expensive $hit. Fazem parte do coletivo Mpif Posse-Mulheres Pretas Independentes de Favela e do selo Ceia Ent, onde atuam como DJs.

Foto: 1993agosto

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Drik Barbosa

Paulistana, Drik Barbosa é cantora e compositora de Rap e RnB.  Começou no movimento frequentando a Batalha do Santa Cruz, em 2007. Desde então, tem sido referência no meio. É integrante do grupo Rimas & Melodias e artista do selo Lab Fantasma.

Foto: Daryan Dornelles

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Maria

Residente da Cidade Alta, RJ, Maria é um dos novos nomes do movimento. Com uma voz potente, a jovem ficou conhecida após participar do Poesia Acústica 2 – Sobre Nós, da Pineapple Suply. Atualmente lançou seu primeiro single, intitulado “Refém”.

Foto: Esther Soares

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Lili Mc

Originária de Ribeirão Preto começou a frequentar as batalhas de rima com 11 anos, passando a competir com 14. Mudou-se para São Paulo, onde tem se destacado e construído sua carreira. Em 2017 foi vencedora da Batalha da Rider, no Rio de Janeiro.

Foto: Monomito

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Gabi Nyarai

Introduzida ao Hip Hop por meio das batalhas de rima, Nyarai vem revelando seu trabalho e lapidando seu talento, com letras questionadoras e afrontosas. “Cadê o Ministro”, “Valores Invertidos” e “Caos e Elevação” são algumas de suas músicas.

Reprodução/Facebook Gabi Nyarai

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Lívia Cruz

Com 14 anos de idade conheceu o Hip Hop e começou a compor seus próprios versos. Mãe, com uma carreira sólida e com uma gama ampla de trabalhos e projetos, a cantora de Rap e RnB de Recife, PE, é um dos expoentes do cenário nacional.

Foto: Leo Casa 1

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Samantha Zen

MC, compositora e cantora carioca, Samantha Zen já participou de diferentes batalhas de rima do Rio de Janeiro, como a Batalha do Real e a Batalha do Tanque. “Prepotência Demais”, “Xarpi” e o projeto “Vandalism81 Cypher 1” são alguns de seus trabalhos.

Reprodução/Facebook Samantha Zen

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Criola

Tainá Lima, ou Criola, é uma grafiteira de Belo Horizonte, Minas Gerais. Por meio da arte urbana, colore os muros da capital mineira, evidenciando sua luta política para fortalecer as mulheres negras e apresentar os verdadeiros protagonistas do grafite.

Foto: Henrique Madeira

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Duquesa

É uma cantora da Feira de Santana, Bahia. Mescla diversos gêneros musicais, como Jazz, Samba e Rap em suas composições. Tendo a negritude como um dos temas centrais abordados em seus versos, ficou conhecida após o videoclipe “Dois Mundos”.

Reprodução/Facebook Duquesa

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Alt Niss  

Da zona Sul de São Paulo, Alt Niss iniciou sua carreira no Rap e RnB aos 17 anos. Participou de diferentes faixas como backing vocal, e estreou em carreira solo com a música “Zona Sul 89”. Faz parte do grupo Rimas & Melodias e do Anti $ocial Mídia.

Foto: Moah Buffalo

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Preta Ary

MC, mãe e empreendedora, Preta Ary também é um dos expoentes do Rap do Vale. Integrante do grupo D’Origem potencializa e incentiva a participação de artistas independentes por meio de inciativas como a “Segunda é dia de Mensagem”.

Reprodução/Facebook Preta Ary

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Azzy

Conhecida das batalhas, Azzy foi a primeira mulher a competir na batalha do Orto, no RJ. Começou a compor com 12 anos, e desde então tem mostrado seu talento e voz marcante nas rodas de rima e em seus projetos paralelos, como a música “Te Levar”.

Foto: Guto Brown

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LAY

Foto: Bia Ferrer

De Osasco, LAY fez sua estreia na música pop brasileira em 2016, com o EP “129129”.  Com raízes na música jamaicana e engajada no mundo da moda, traz a sonoridade da ilha caribenha ao Hip Hop, bem como a experiência das mulheres na sociedade atual.

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Issa Paz

Issa Paz está no movimento desde os 12 anos. Desenvolveu projetos socioculturais, sendo educadora no Cine Rima Vida. Faz parte da DMNA Produções e é integrante do Rap Pluz Size, onde usa sua militância para combater o machismo e a gordofobia.

Reprodução/Facebook Issa Paz

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Tássia Reis

Nascida em Jacareí, região Metropolitana do Vale do Paraíba, explora sua versatilidade em canções que vão do Rap ao Reggae. Parte do Rimas & Melodias e fundadora da marca Xiu, se consolidou com a música “Meu Rapjazz” e com o EP que leva seu nome.

Foto: Crewactive

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Mariana Mello

Representando a baixada santista, Mariana Mello é rapper, compositora e mãe. Com muita sensibilidade e personalidade, tem crescido na cena com seus trabalhos solos e coletivos. Em 2017 lançou alguns singles e seu primeiro EP, intitulado “Eu Mariana”.

Foto: Carla Arakaki

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Taz Mureb

Taz Mureb é compositora, produtora e uma das principais representantes do Rap RJ. Conhecida nas rodas de rima do Circuito Carioca de Ritmo e Poesia segue em carreira solo e participa de iniciativas que visibilizam as mulheres no cenário nacional.

Reprodução/Facebook Taz Mureb

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BadSista

Rafaela Andrade é uma produtora musical paulistana. Estudou música, ingressando em produções eletrônicas. Participou da criação do disco em comemoração aos 10 anos de carreira de Lei Di Dai e lançou seu EP de estreia “Bad$ista”, pelo Funk na Caixa.

Reprodução/Facebook BadSista

 

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Anarka

Beatriz, mais conhecida como Anarka, é da baixada santista, porém reside em São Paulo. É MC e faz parte do Projeto Preto, grupo que usa a música como ferramenta central para levar e reconstruir a identidade e autoestima de pessoas negras.

Reprodução/Facebook

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Miwa

B-girl profissional desde 1999 foi campeã de diversas competições internacionais, como a KB Battle Original Flavor, em Israel. Já representou o Brasil como júri, palestrante e competidora em mais de 20 países. É diretora do grupo Bonnitas Crew.

Foto: Victória Santos/Breaksp

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Panmela Castro

Panmela Castro ou Anarkia Boladona é uma artista nascida e criada na Penha, RJ.  É formada em pintura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do RJ e tem influência da pichação. Leva cor às ruas com questões sobre o corpo feminino.

Reprodução/Facebook Panmela Castro

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Preta Rara

De Santos, é rapper, professora de história, poetisa e proprietária da marca Audácia Afro Moda. Começou no extinto grupo Tarja-Preta, e desde então segue propagando o empoderamento da mulher negra em trabalhos como seu EP de estreia, “Audácia”.

Reprodução/Facebook Preta Rara

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Souto MC

Começou a compor com 14 anos de idade.  Suas influências vão do Rock ao Samba, o que olhe permite criar e transitar por diferentes ritmos.  Com versos ricos e muita técnica, tem um vasto repertório, marcado por seus posicionamentos ideológicos.

Foto: Neo Gomes

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NaBrisa

Cantora e compositora da zona Oeste do RJ,  NaBrisa, faz parte do coletivo G98 Rap, e é artista do selo Bagua Records. Ficou conhecida com suas participações em músicas como “Você Vai Entender”, e desde então vem se destacando em carreira solo.

Reprodução/Facebook Nabrisa Tonett

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Cynthia Luz

Cynthia Luz entrou em ascensão na cena nacional. Em 2017, lançou alguns singles e seu EP de estreia “Do Caos ao Nirvana”. Ela também participou de diferentes projetos colaborativos, que ajudaram a impulsionar ainda mais seu nome e sua música.

Reprodução/Facebook Cynthia Luz

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Mayra Maldijian

A versatilidade de Mayra Maldjian não está presente apenas em suas produções. Atuando em diferentes áreas, é jornalista especializada na cobertura do movimento Hip Hop, produtora de conteúdo audiovisual e DJ do grupo Rimas & Melodias.

Reprodução/Facebook

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ABRONCA

As ex-Pearls Negras se reinventaram, agora como ABRONCA. O grupo carioca, que é formado por Slick, Jay e Mary assinou contrato com a Warner Music BR e tem “Meu Bem”, “Pensando em Você” e “Chegando de Assalto” como alguns de seus sucessos.

Foto: Fernando Schlaepfer

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Castaña

Isa Castanha, mais conhecida como Castaña, é mãe e rapper curitibana. Em 2016, a cantora de Rap alternativo lançou o single “Nicotina”, e em junho de 2017 deu um passo crucial em sua carreira com o seu primeiro EP, intitulado “Tiro de Paz”.

Reprodução/Facebook Castaña

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Crica Monteiro

Cristiane Monteiro, conhecida como Crica, nasceu em São Paulo e ingressou no mundo das artes de maneira autodidata em 2001. Amante das cores e do universo lúdico, além de grafiteira é designer, e atua nas áreas digitais e gráficas desde 2004.

Reprodução/Facebook Crica Monteiro

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Luana Hansen

Luana Hansen é uma importante voz combativa dentro do Hip Hop BR. Mc, Dj, produtora musical e ativista, nasceu em São Paulo e possui quase 17 anos de carreira. Utiliza suas criações como ferramenta de protesto de cunho feminista, negro e lésbico.

Foto: Van Campos

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Kmila CDD

Kamila Barbosa é MC originária do bairro Cidade de Deus, no Rio de Janeiro. Ao lado de MV Bill se apresenta por todo o país desde 1999. Em dezembro de 2017, Kmila CDD, como é conhecida, ingressou em carreira solo com o álbum “Preta Cabulosa”.

Reprodução/Facebook MV Bill

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Mônica do Amaral

Mônica é professora na Faculdade de Educação da USP e membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise de SP. É pesquisadora e publicou dois livros: “O Hip Hop e as Diásporas Africanas na Modernidade” e “O que o Rap diz e a escola contradiz”.

Reprodução/YouTube Escola Democrática

http://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/86715/monica-guimaraes-teixeira-do-amaral/

Nathana Venâncio

Dançarina profissional do movimento Hip Hop, Nathana é de Uberlândia, Minas Gerais. Representou o Brasil em diversas competições, seja como competidora ou jurada. Foi campeã da Battle Break Bolívia e é uma das fundadoras do grupo We Can Do It – Bgirls.

Reprodução/Facebook Nathana Venâncio

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Sista Kátia

De Cajazeiras, BA, teve o primeiro contato com o Hip Hop na adolescência. Ligada ao skate, ingressou no grafite desenvolvendo projetos para mulheres na vertente, além de se envolver em produção no Rap. É fundadora do Gordivas e do Diveganas.

Reprodução/Facebook

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A’s Trinca

Da Cidade Tiradentes, zona Leste de SP, A’s Trinca é formado por Nina, Kel Fidelis,  Nay Lopes e DJ X-Jay. Iniciou a trajetória em 2012, mostrando suas ideologias, resgatando a autoestima e valorizando a mulher. São fundadoras do projeto Mulheriu CLÃ.

Reprodução/Facebook As Trinca

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Stefanie

Presente na cena desde 1997, a MC de Santo André é um dos grandes nomes do Rap BR. Com um repertório amplo e combativo, participou de projetos como o grupo de Rap Simples e o coletivo Pau-de-dá-em-doido. Atualmente integra o Rimas & Melodias.

Foto: Fernando Eduardo

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Ju Dorotea

Rapper do interior de SP, residente em Volta Redonda/RJ, Ju lançou em 2016 seu EP “Sincronia” e é agente cultural responsável do projeto Rima Q Age e a oficina Rima Sista, ambas tendo um papel inclusivo da mulher no Hip Hop.

Reprodução/Facebook Ju Dorotea

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Nenê Surreal

“Negra, periférica, mãe, avó, educadora, artista: Nene Surreal é expoente no graffiti. Atuante desde 1996, usa seu trabalho como resposta a injustiças sofridas pela população pobre, sobretudo pelas mulheres”. (infos obtidas no site do coletivo Efemmera).

Reprodução/ Site Coletivo Efemmera

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Tabyta Yas

“Fotógrafa e Educadora Social, pós graduada em gestão pública. Através de projetos com o graffiti e a fotografia, desenvolve atividades educativas em centros culturais da periferia e em espaços públicos” (infos obtidas no site do coletivo Efemmera).

Reprodução/Facebook Tabyta Y

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Meduza

“Utilizando sua tag a partir de um apelido de criança – devido aos cabelos crespos – Meduza desenvolve sua arte desde os anos 1990. Em sua história, participou da pixação e da cultura Hip Hop” (infos obtidas no site do coletivo Efemmera).

Reprodução/ Site Coletivo Efemmera

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Cintia Savoli

A rapper nascida em Brasília, hoje residente na Bahia, tem décadas de música e contribuição ao Hip Hop Nacional. É um dos nomes pioneiros no movimento. Participa do coletivo Rima Mina junto da MC Mirapotira.

Reprodução/Facebook

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Tatiana Bispo

Tati começou na música como backing vocal de Mara Nascimento. Diversificando o repertório, chegou a participar de projetos como o Raciocínio Negro, grupo de Rap da zona Leste de SP. Hoje, se dedica ao RnB e ao Neo Soul e integra o Rimas & Melodias.

Foto: Coletivo Estúdio Urbano

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Lady Laay

MC pernambucana, rimas combativas são a sua marca registrada. Lady Laay tem postura e atitude, e está no corre de lançar seu álbum, de forma independente, chamado “Audaciosa”.

Foto: Hamilton Castro Neto

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CALUZ

Carolina Luz, grafiteira de São Paulo, seu trabalho fala sobre luta, resistência e amor. Feminista, suas obras – tanto nos muros quanto nas telas – valorizam a mulher negra e a ancestralidade afro-indígena.

Reprodução/Instagram Caluz

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Aurea Semiseria

MC soteropolitana, suas rimas falam sobre empoderamento da mulher negra e gorda. Seu EP “Roxo GG” larga rimas afiadas.

Foto: Tamires Almeida

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Marie MC

MC do selo independente DMNA, Marie é uma das promessas para 2018. Já deixou avisado que tem EP, singles e clipes vindo por aí…

Reprodução/Facebook

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LARINU

Seu EP foi um dos grandes lançamentos do ano. Ativismo, poesia e sensibilidade, tudo reunido com muito amor em uma produção finíssima que saiu pela Carranca Records.

Foto: Miguel Costa Jr

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Karol de Souza

Nascida em Curitiba, capital do Paraná, de Souza começou a carreira em sua cidade local, porém veio a ter mais destaque em SP, com as produções “Rap Cheio de Amor” e “Tem Quem Queira”.  Com seu discurso empoderador, faz parte do Rimas & Melodias.

Foto: Crewactive

Instagram: https://www.instagram.com/karoldesouza/

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Rede NAMI

O projeto que envolve artes urbanas no Rio de Janeiro visa promover os direitos das mulheres através do graffiti, onde há oficinas e diversas atividades com conscientização e empoderamento das minas.

Reprodução/Facebook Rede Nami

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Amanda Negrasim

Um dos nomes mais fortes quando falamos de Hip Hop nacional e ativismo pelos direitos do povo preto e da periferia, Amanda tem o Rap correndo nas veias – é ancestral o trabalho que promove, seja como MC ou como coordenadora de projetos na quebrada.

Foto: Gisele Pinheiro

Instagram: https://www.instagram.com/amandanegrasim/

Site: https://amandanegrasim.wordpress.com/

DJ Simmone Lasdenas

Além de fazer parte ativamente do movimento Hip Hop há quase duas décadas, Simmone é arte educadora, também dando workshops, oficinas e cursos sobre seus conhecimentos musicais.

Foto: Urban Photos DF

Instagram: https://www.instagram.com/simmonelasdenas/

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DJ Vivi Varella

DJ há mais de 10 anos, Vivi antes era conhecida como Abstemious. Criou a Bataklan e faz parte da dupla Ice Cream Girls, junto da DJ Carla Arakaki. Já dividiu palco com grandes nomes do Hip Hop nacional.

Foto: Blacckfantasy

Instagram: https://www.instagram.com/djvivivarela/

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Nicole Balestro

Um dos grandes nomes da Ceia Ent., Nicole é Relações Públicas e produtora de eventos, agenciando os tramites da gravadora que com certeza é uma das mais faladas e bem sucedidas do Hip Hop nacional.

Reprodução/Instagram Nicole Balestro

Instagram: https://www.instagram.com/nicolebalestro/

DJ Carla Arakaki

Fotógrafa, DJ da dupla Ice Cream Girls, Carla trabalhou por anos também na revista Trip/ TPM.

Reprodução/Ice Cream Girls

Instagram: https://www.instagram.com/carlaarakaki/

Site: https://www.carlaarakaki.com/

Eliane Dias

CEO da Boogie Naipe, gerencia a carreira de Mano Brown e dos Racionais. Mulher de garra, é coordenadora do programa S.O.S Racismo, organizado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Grande nome do feminismo negro brasileiro.

Reprodução/Instagram

Instagram: https://www.instagram.com/elianedias_/

Flora Matos

Rapper brasiliense, seu disco Eletrocardiograma foi considerado um dos melhores de 2017, ganhando inclusive premiações. No corre há 10 anos, é brilho no Hip Hop brasileiro desde 2008, tendo também reconhecimento internacional.

Reprodução/Instagram Flora Matos

Instagram: https://www.instagram.com/floramatos/

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Clara Lima

Diretamente de Belo Horizonte, Clarinha também brilhou em 2017 – lançou seu disco Transgressão pela Ceia Ent., participou de turnês pelo Brasil, além de ter protagonizado um curta que participou do Festival de Cannes.


Instagram:https://www.instagram.com/claralimamc/

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Cris SNJ

Preta Feminina com certeza é um dos nomes mais importantes do Hip Hop brasileiro, seja com sua carreira solo ou com sua caminhada junto do grupo SNJ – Somos Nós a Justiça, ícone do Rap nacional.

Reprodução/Fan Page Cris SNJ

Instagram: https://www.instagram.com/crissnjoficial/

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Yzalú

Com influências que vai de Dona Ivone Lara à Facção Central, Yzalú é sinônimo de luta e empoderamento na cena. Lançando rimas ácidas e poéticas, seu Rap é bossa, e sua bossa é treta…

Foto: Estúdio Thiago Drummond

Instagram: https://www.instagram.com/yzalu/

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Camila Rocha

Poesia, artes plásticas, empoderamento e muito Rap. A MC paraibana, que também faz parte da Sinta a Liga Crew, é uma das expoentes do Rap nordestino – e representa muito bem essa bandeira.

Foto: Rieg W

Instagram: https://www.instagram.com/camilarochamc/

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AfroNordestinas

Grupo de Rap paraibano formado há mais de dez anos pelas MC’s Julyana Terto e Kalyne Lima. Receberam diversos prêmios nacionais durante esse tempo de caminhada, mostrando o poder das suas rimas que buscam desenvolver uma reflexão sobre os direitos da mulher.

Reprodução/Facebook

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Omnira

“É o poder, é o bonde” – grupo de rap paulistano formado por Juliana Sete, Paty Treze, Janaina D’Notria e Dj Neew. Omnira é uma palavra em ioruba, e já deixa claro as influências e a força que o som desse grupo tem. Rap de protesto, combativo, visando o empoderamento negro.

Reprodução/Facebook

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Dory de Oliveira

Guerreira, suas rimas pesadas passam a visão do empoderamento da mulher negra, lésbica e da periferia. Diretamente de Itaquera, quebrada de SP, Dory está na caminhada desde seus 14 anos, quando começou a compor e se apaixonou pelo Hip Hop.

Reprodução/Fan Page DoryDeOliveira

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Odisseia das Flores

Formado desde 2008 por Chai Odisseiana, Jô Maloupas e Letícia Arruda, com DJ Dog nas pick-ups a partir de 2015, Odisseia das Flores é um grupo de Rap de SP com letras combativas e de resistência. Participaram de diversos eventos importantes do Hip Hop nacional.

Foto: Anderson Costa

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Yas Werneck

“Matematicamente poética”, a rapper carioca também é professora de matemática. Seu som que é brisa contundente, com rimas melódicas que passam a visão de forma direta, mostra o trabalho impecavelmente profundo que ela desenvolve.

Reprodução/Fan Page Yas Werneck

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Negra Jaque

De Rio Grande do Sul, representando o rap gaúcho, Jaque fala sobre suas vivências como mulher negra em seus sons. Mulher de força, suas rimas mostram o poder que essa preta tem.

Foto: DAbreu

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Lurdez da Luz

Outro grande nome do rRp nacional, Lurdez traz sensibilidade e diversidade nos seus trampos – seja nos clipes ou nas músicas. Batuques, tambores, rimas, som eletrônico e muita personalidade são a mistura que torna tão único tudo o que ela faz.

Foto e Arte: Danielli Sayuri Chinen

Instagram: https://www.instagram.com/lurdezdaluz/

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As Lavadeiras

O duo formado por Karen Dias e Sarah Key traz também a diversidade da mistura da música popular com o Rap, trazendo elementos da cultura brasileira para o trabalho que elas realizam.

Foto: Lethicia Galo

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Mirapotira

MC, arte educadora, coordenadora e participante do projeto Rima Mina, Mirapotira é uma guerreira. Sua luta transparece em seus versos, suas atitudes e sua arte. Participou, organizou e venceu diversos eventos e prêmios no Brasil inteiro representando o nordeste.

Foto: Laricio Gonzaga

Instagram: https://www.instagram.com/mirapotiraoficial/

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Gabi Jacob

Diretora de clipes de Emicida, Rodrigo Ogi e da websérie “Canto”, Gabi passa para suas produções toda sensibilidade que carrega em seu olhar, trazendo com veracidade e consistência recortes da realidade para as câmeras.

Reprodução/YouTube

Portfólio: https://vimeo.com/gabijacob

Letícia Picolo

Poesia, filosofia, sensibilidade e entrega são presentes na arte da paulistana. Lançou seu EP de estreia em 2017.

Reprodução/Fan Page Letícia Picolo

Instagram: https://www.instagram.com/lepicolo/

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Tati Botelho

ZICA! Essa mina é poucas ideia. Diretamente da quebrada Sta. Catarina (SP), Tati traz um flow inconfundível, ideia reta e contundente; seus sons mostram sua conduta e força de mulher de atitude.

Foto: Lua

Instagram: https://www.instagram.com/tatibotelho1989/

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Sharylaine MC

A rapper foi a primeira mulher a fazer um registro fonográfico de Rap no Brasil. 32 anos de carreira mostram o talento e a perseverança dessa mulher. Seus sons falam sobre ancestralidade e poder feminino.

Foto: Thiago Nascimento

Fan Page: https://www.facebook.com/Sharylaine/

Gabi Bruce

Grafiteira pernambucana, ativista pelos direitos das mulheres, representa o Hip Hop de seu estado por todo país através de oficinas, palestras e vivências fazendo a sua arte.

Reprodução/Facebook

Site: https://gabibruce.wordpress.com/

MC Dani Nega

Atriz e MC, faz parte do duo Craca e Dani Nega que lançou recentemente o álbum “Craca, Dani Nega e o Dispositivo Tralha”. Seu trabalho une poesia, artes cênicas e Rap, reverberando sua luta contra o racismo e machismo em suas letras e apresentações.

Foto: Nadja Kouchi

Instagram: https://www.instagram.com/daninega_/

Fan Page: https://www.facebook.com/daninegaoficial/

Ju Sofer

Rapper catarinense, faz parte do coletivo Trama Feminina, que visa acolher mais mulheres para participar do Hip Hop. Começou sua carreira em 2014, seu último trabalho lançado foi “Entre as Hienas”, no fim de 2017.

Reprodução/Fan Page Ju Sofer

Instagram: https://www.instagram.com/oficialjusofer/

Fan Page: https://www.facebook.com/jusofermc/

Paulla Santos

Com um conhecimento incomensurável sobre o mundo do Hip Hop, Paulla Santos é locutora e discoteca pela Kupula Hip Hop Inteligente, uma web rádio de Limeira, interior de SP.

Reprodução/Fan Page Kupula – Hip-Hop Inteligente

Facebook:https://www.facebook.com/paulla.santos.7145

Fan Page: https://www.facebook.com/Kupulahiphopinteligente/

DJ Miria Alves

Envolvida em diversos projetos sobre discotecagem, Miria Alves leva sua arte com originalidade e personalidade pelo Brasil a fora. Com muito talento vem conquistando espaços desde 2010, participando de diversos eventos e também ministrando oficinas sobre a arte dos toca-discos.

Foto: Homesick

Instagram: https://www.instagram.com/djmirialves_/

Fan Page: https://www.facebook.com/djmiriaalves/

Negra Li

Nome lendário do Hip Hop nacional, ganhou notoriedade na cena pela sua voz e rimas inconfundíveis nos trampos do RZO. Seguiu carreira solo, onde desbrava outros estilos da black music.

Foto: Henrique Tarricone

Instagram: https://www.instagram.com/negrali/

Fan Page: https://www.facebook.com/negralibrasil/

Nega Gizza

Uma das criadoras da CUFA – Central Única das Favelas e do Prêmio Hutuz, a contribuição de Nega Gizza para o Hip Hop brasileiro é importante tanto para a abertura de portas e conquista de espaços para as mulheres quanto para o embasamento dos elementos do Hip Hop de uma forma institucionalizada no país. Sua história é exemplo, sua postura e conquistas são orgulho para uma comunidade toda.

Reprodução/Fan Page Nega Gizza

Instagram: https://www.instagram.com/negagizzaoficial/

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Atitude Feminina

Grupo do Distrito Federal formado em 2000, suas letras sempre combateram o machismo, a violência doméstica e o envolvimento do tráfico. Sua formação atual é a mesma da criação, com as MC’s Aninha e Hellen, porém passaram pelo grupo Jane e Giza Black.

Reprodução/Fan Page Atitude Feminina

Fan Page: https://www.facebook.com/atitudefemininadf/

Site: http://www.atitudefeminina.com.br/

Guerrilheiras

Grupo formado em 2017 pelas MC’s Clara de Noronha e Raíssa, junto da DJ Disfalq, diretamente de Sergipe. Sua lírica afiada traz versos sobre o sagrado feminino, misticismo e o empoderamento da mulher.

Foto: Júlia Tavares

Fan Page:https://www.facebook.com/guerrilheirasdesergipe/

Mulheriu Clã

Coletivo com mais de 10 MC’s e DJ’s criado em 2013, com duas coletâneas lançadas, que visa abrir mais espaços para a divulgação dos trabalhos dessas mulheres no cenário do Hip Hop nacional.

Reprodução/Fan Page Mulheriu CLÃ

Fan Page: https://www.facebook.com/mulheriu.cla/

Sinta a Liga Crew

Representando a Paraíba, o coletivo formado por Kalyne Lima, Camila Rocha e Preta Langy (rappers e ativistas culturais), pela grafiteira Priscila Lima (Witch) e a dançarina Giordana Leite, começou como uma forma de fortalecer a produção feminina local e hoje faz apresentações que une todas essas vertentes em cima do palco.

Reprodução/Fan Page Sinta A Liga CREW

Instagram: https://www.instagram.com/sintaaligacrew/

Fan Page: https://www.facebook.com/sintaaligacrew/

Batalha da Dominação

Batalha de conhecimento que é realizada toda segunda-feira às 19h na saída da Estação São Bento, em São Paulo/SP. Das mina pras mina.

Instagram:https://www.instagram.com/batalhadominacao/

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Slam das Minas SP

Criada em 2016 com o intuito de garantir vagas para o Slam BR, é um espaço onde o foco é a poesia e o acolhimento a todas as manas, monas e minas.

Reprodução/Fan Page Slam das Minas – SP

Instagram: https://www.instagram.com/slamdasminassp/

Fan Page: https://www.facebook.com/SlamdasMinasSP/

Dina Di

Para finalizar nossa lista, não podíamos deixar de falar de um dos nomes mais importantes para as mulheres no Hip Hop brasileiro. Dina Di é um marco revolucionário na nossa história tanto em forma de luta, quanto de conquista de espaços. Participante do grupo Visão de Rua, nos deixou em 2010, mas seu legado foi eternizado em suas letras e nas letras de outras manas que fazem questão de honrar seu nome até hoje. Viva Dina Di!

https://www.youtube.com/watch?v=FQ-m9gwjq-o

*Por Daniele Kowalski e Mayara Rozário

 

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